terça-feira, 1 de julho de 2008

As velhas comissões.

O fato que levou Jocelito a declarar em seu programa de rádio, e depois nos jornais da cidade, que tinha liberado os partidos aliados para apoiar quem quer que fosse, foi motivada por um desentendimento entre representantes dos partidos que estavam em conversação para fechar a coligação e a indicação do vice, durante reunião realizada na noite de quarta-feira, no gabinete da presidência da Câmara. Há quem diga que o secretário-geral do PMDB, Herculano Lisboa, e o vereador do PMN, George Luiz de Oliveira, quase entraram em vias de fato, não fosse o próprio Jocelito impedir.
Entretanto, na quinta-feira à noite e ontem pela manhã, mais calmo depois de passado o impacto da desavença, Jocelito aceitou receber novamente o apoio dos partidos, desde que aceitassem suas condições, sem exigências para indicação do vice-prefeito e nem de cargos em uma eventual administração. O deputado apenas garantiu que todos que apoiarem sua candidatura terão espaço no governo, em caso de vitória nas urnas
tem cheiro de " acordão" no ar como diria um certo professor de teorias da comunicação do curso de jornalismo da UEPG, e como ele mesmo diz em sua aula é incomcebível!!!!!

Começa a corrida...

O resultado Ibope, encomendada pela rádio Mundi FM, divulgada ontem no início da tarde, aponta que se a eleição fosse hoje, o deputado Jocelito Canto (PTB) ficaria em primeiro lugar, com 41% das intenções de voto dos ponta-grossenses. Em segundo lugar aparece o radialista Sandro Alex (PPS), com 23%, seguido de perto pelo prefeito Pedro Wosgrau Filho (PSDB), que aparece com 21%. Como a margem de erro da pesquisa é de 5% para mais ou para menos, os dois estão empatados tecnicamente. O Ibope ouviu 406 eleitores entre os dias 20 e 22 de junho. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número 104/08. Os votos brancos e nulos fecharam em 7% e responderam não saber ou não opinaram um total de 6%.
Esses números refletem o resultado de uma pergunta estimulada, ou seja, com a apresentação apenas dos quatro nomes para os entrevistados. A pergunta também tem uma particularidade, pois ao lado do nome de Sandro Alex aparece “com o apoio do deputado Marcelo Rangel”. Em outro cenário, com a mesma pergunta, de forma estimulada, mas sem aparecer o nome de Rangel associado ao de Sandro, o resultado obtido foi de 43% para Jocelito, 24% para Wosgrau, 16% para Sandro Alex e 3% para Gerveson. Os votos brancos e nulos somaram 8%, e não sabem ou não opinaram 5%.
Não pode se deixar de dizer que esse cenário político de nossa cidade está uma verdadeira Zona Política com o perdão do trocadilho infame ,mas é mesmo uma vergonha!! As opções:
O radialista que fez de sua rádio ontem um palanque eleitoral, analisar a linha de atuação do Deputado (irmão de candidato) que tenta trazer o aeroporto para TIbagi ao invés de Ponta Grossa, só tenta porque de concreto não fez nada. Afinal

Quem é esse tal de Sandro Alex?
Qual a sua contribuição com o municipio?
Como podem confiar a prefeitura a alguem sem experiencia?
Além do prefeito atual , q continua promentendo, é aquele que jua que acabaria com as filas e nossa saúde iria melhorar....

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Posto é para abastecer veículos!

O consumo de bebidas alcoólicas nos postos de combustível do Município até às 22 horas está liberado. Em uma sessão bastante conturbada, que se estendeu até perto das 21 horas, marcada por bate-boca, protestos de populares e articulações de bastidores, os vereadores derrubaram por oito votos a seis o veto do Executivo à lei, de autoria de todos os parlamentares, que libera o consumo nos postos. Agora, caberá ao Legislativo promulgar a lei.
Ao contrário dos favoráveis à lei, os seis parlamentares que votaram pela manutenção do veto acreditam que a proibição do consumo nos postos poderia contribuir para a diminuição de acidentes de trânsito e outros malefícios causados por motoristas embriagados.
È inacreditável esse veto num momento em que vivemos de tanta violencia por motivos tao banais e pelo excesso de alcool principalmente nos fim de semana.
Aumentar ou facilitar o consumo pelas ruas da cidade e incentivar que brigas aconteçam, fora o incomodo para os vizinhos desses locais.
E as novas regras para o bafometro aonde fica?
Mais uma infeliz decisão da nossa Câmara Municipal.
Ana Paula Andrade

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Pela terceira vez?

O prefeito Pedro Wosgrau Filho (PSDB) oficializou ontem o que todos do meio político já sabiam, que será candidato à reeleição para mais um mandato de quatro anos à frente da Prefeitura de Ponta Grossa. Wosgrau reuniu a imprensa nas dependências do antigo escritório da sua construtora para se colocar como candidato e justificar a decisão. Segundo ele, foi uma decisão difícil, diante das dificuldades que enfrenta em seus negócios, mas “a vontade de trabalhar mais quatro anos e contribuir com o desenvolvimento da cidade” fez com que decidisse pela reeleição.
Wosgrau destacou que muitas obras e melhorias foram conquistadas durante o seu mandato, com destaque para o Mercado da Família, a Feira Verde e a Rodoviária, além daquelas que estão por começar, como a Arena do Complexo Esportivo da Avenida dos Vereadores, a nova Biblioteca Municipal e a pavimentação de vários quilômetros de linhas de ônibus.
Será que pela terceira vez teremos Wosgrau a frente de nossa cidade? A vonta de detrabalhar o estimula a continuar ser que essa nova oportunidade infelizmente dada pelos ponta-grossenses não foi suficiente para mostrar que seu tempo já foi, e muito do que prometeu ficou no papel?Que melhor digam os órfãos do Táxi da Criança, Os que ainda espram nas filas da saúde ( acrediterem iriam acabar!!!!) Será que ele vai continuar sendo o prefeito que fez a Cefet...
Nossa cidade precisa de alguém novo, mas que lute pela cidade realmente comp romessas possíveis e urgente, não que quer a prefeitura só para salvar seus empreeendimentos em "dificuldade"ou aumentar da noite pro dia o alcance da sua rádio... o interesse da população é muito mais que uma questão puramente comercial e fins lucrativos pessoais.
Ana Paula Andrade

terça-feira, 10 de junho de 2008

Briga de comadres

Não é de hoje a a troca de farpas entre os radialistas em pleno ar nos seus respectivos programas de rádio, mas a verdade que desde o episódio em que Rangel afirma que Jocelito editou algumas de suas falas em seu programa de perfil "humorístico"nos horário de almoço em que esse criticava a instalação do Hospital Regional.
o caso é que a medida que que se aproxima uma definição do quadro de canditados para corrida municipal, esse bate boca, alfinetadas e ironias já está se tornando rotineiro, cansativo típico das briguinhas entre comadres, que não levam a nada e a lugar nenhum. Quem perde com tudo são os ouvintes que buscam se informar atrvés do rádio, ouvir uma música se distrair e tem que ficar ouvindo esse bláblá...
Aos carríssimos deputados respeito que tenham suas diferenças, o que é essencial a população que pode optar pela qual mais se adequar ou acredite ser a mais correta, mas acho que toda essa discussão vai render durante o processo eleitoral, onde cada vai ter seu espaço em expor idéias, projetos.Ocupar um espaço de entreterimento do povo para isso, e ainda assim afirmar que não visa nenhum interesse em usar esse veículo é pura balela. Além de cansar com os famosos : "eu fiz isso ", eu trouxe a Ponta Grossa..." essa histórias nimguém aguenta mais.
Ana Paula Andrade

Dando nomes aos bois

A revelação feita pelo vereador Rogério Quadros (PMDB) de que o colega Sebastião Mainardes Junior (DEM) lhe confidenciou, minutos antes de mais uma sessão , que tem vereador na Câmara que está segurando projetos com fins políticos causou um mal estar entre os parlamentares durante a sessão de ontem. Mainardes fez a declaração para justificar seu pedido pela inclusão de um projeto do Executivo que autoriza o prefeito Pedro Wosgrau Filho (PMDB) a abrir crédito no valor de R$ 2,5 milhões. o qual será usado, reforma, em escolas, Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) e prédios públicos da Rede Municipal de Ensino. O projeto foi protocolado em 16 de abril, mas somente ontem entrou na ordem do dia, depois de uma solicitação de Mainardes. A matéria foi aprovada em dois turnos, com a realização de uma sessão extraordinária.

É evidente que muito mais do interessante pra população de Ponta Grossa, é um direito de todos n´ps saber os nomes de que, por qualquer que seja o motivo deixa projtos parados.O nobre Vereador não apenas comente entre eles ,mas de o nome aos bois o pontagrossense sempre deverá saber qual parlamentar está segurando os projetos nas comissões sem justificativa onde a população que é a beneficiada todos nós devemos saber quem é?
Ana Paula Andrade

terça-feira, 3 de junho de 2008

O lançamento da pré-candidatura de Rangel

O lançamento da pre-candidatura do deputado estadual Marcelo Rangel (PPS) para prefeito de Ponta Grossa não surtiu o efeito de marketing esperado pelo seu partido. Os interesses das rodas políticas da cidade ainda circundam na possível cassação dios direitos políticos do também deputado estadual Jocelito Canto (PTB).
Desta realidade acima posta podemos tirar várias conclusões. As mais emblemáticas, apontamos, é no pífio desempenho de importância eleitoral na majoritária do pré-candidato pepessista.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Mais uma vai pra gaveta..

O vereador Sebastião Mainardes Junior (DEM) pediu vistas por 15 dias úteis para fazer uma análise mais profunda a respeito do projeto de lei apresentado por Francisco Baixinho Valentin (PSB), que estabelece o limite máximo para espera por atendimento na saúde em 30 minutos nos dias normais e 40 minutos nos dias após feriados prolongados. A matéria havia sido aprovada em primeira discussão na segunda-feira, mas o plenário acatou por nove votos a quatro o pedido de vistas feito por Mainardes durante a sessão de ontem. O parlamentar democrata alega que do modo como está o projeto, é inexeqüível. “Até em consultas através de convênios ou particular a pessoa tem que esperar às vezes mais de 30 minutos para ser atendida. Do jeito que está redigido este projeto será mais uma lei que não será cumprida. Por isso temos que analisar melhor”, justifica
E assim vai para a gaveta outro benefício mais que necessário para a população de Ponta grossa que não aguenta mais a situaçâocada vez mais precária da saúde e ainda tem que que aguardar muito tempo para ser muito mal atendido e quando consegue ser atendido.
Resta eesperar por medidas de nossos representantes para que se retomem essa discussão.

Ana Paula Andrade

quarta-feira, 7 de maio de 2008

JM quer que DC perca diário oficial

Desde o início do ano, o Jornal da Manhã, um dos três jornais diários da cidade, briga para dar fim ao contrato com do Município de Ponta Grossa com o Diário dos Campos. O JM defende que os gastos de R$50 mil mensais pagos ao DC daria para fazer a divulgação em diário prório da Prefeitura e ainda economizaria R$45 mil mensais para investir em educação, saúde e obras públicas, setores tão carentes por estes Campos Gerais.

Com a movimentação do JM para questionar os gastos da Prefeitura com atos oficiais chegou à Câmara projeto de lei do Executivo para se criar um diário prório, a um custo de, no máximo, R$5 mil por mês. Promovendo, assim, maior alcance da população aos atos oficiais, tornando-os mais democráticos, já que, o cidadão não será mais obrigado a comprar um jornal na banca para acompannhar as publicaçães municipais.

Tudo é muito bonito, se não passasse de discurso de uma disputa mercadológica entre os dois mais importantes jornais de Ponta Grossa. Embora o enfoque seja os gastos exacerbados do dinheiro público com algo que é uma obrigação legal, não podemos, neste pandemônio, dizer quem é o mais desinteressado. Como diz o dito popular: em terra de sapo mosquito não dá rasante.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Clima eleitoral

O frio de outono chegou e, com ele, os ponta-grossenses sentem um clima novo no ar, um clima de festa, velado, mas uma celebração ao nefasto ato de todos os cidadãos: as eleições. A Prefeitura Municipal de Ponta Grossa iniciou uma avalanche de inserções publicitárias no sentido de promover os feitos da administração tucana, em ritmo de reeleição. É possível que a justiça Eleitoral não caracterize como propaganda eleitoreira os cartazes, bunners e folhetos divulgando os investimentos em esgoto, educação e saúde pelo atual governo municipal, entretanto, convém pontuar, que os feitos mostrados são meramente obrigação constitucional de qualquer governo. Se não há crime eleitoral, falta ao governo um pouco de sensibilidade e vergonha em promover um bem público sem confetes em si mesmo.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Vereadores juízes

A legislação brasileira prevê que atos do Poder Executivo, de qualquer das esferas - federal, estadual ou municipal - deve ser julgados pelo Poder Legislativo desta esfera e não pelo Poder Judiciário, como o restante dos mortais. Neste diapasão, o ex-prefeito Jocelito Canto será julgado pelos vereadores de Ponta Grosa pela desaprovação do Tribunal de Contas Estadual das contas de 1998, quando era prefeito da Princesa dos Campos. Deve ser uma situação complicada para o ex-prefeito ter de dobrar os "verea" no sentido de sua absolvição, já que, se sabe, a maioria deles ou concorre com seu cargo majoritário, para o qual já disse aos 4 ventos ser pré candidato a prefeito pelo PTB, ou concorrem a reeleição pela base de apoio aos outros grupos interessados: Wosgrau e Marcelo Rangel. O caso ainda vai dar o que falar, mas assim como Jocelito tememos pela decisão ser mais política que técnica.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

E os vereadores

A aprovação meio que em toque de caixa da lei, ainda sem autoria- ninguém quer ser pai de criança feia - que prevê a possibilidade de todos os ônibus urbanos de Ponta Grossa utilizarem a bilhetagem eletrônica despertou vaidades da oposição e do sindicato representante da categoria.
Não avaliaremos o mérito ou paternalidade da referida, pois se havia de azedar o leite, o mesmo já virou requeijão; a questão, na visão deste nobre blogueiro, é o comportamento encenado da base de oposição encabeçado pela vereadora Ana Maria que esbravejou a quatro ventos que não concordava com o projeto e chamou o sindicato de "pelêgo". Ora, vamos e venhamos, o poder legislativo municipal há tempos, não está em condições de julgar a ação ou inação de qualquer entidade. Talvez os empregos perdidos nesta incrível manobra da sem-vergonhice dos vereadores valham menos que o voto podre destes "representantes do povo".